Um idoso de 66 anos foi preso na manhã de domingo (17) em João Pessoa, Paraíba, suspeito de cometer estupro de vulnerável contra uma criança de sete anos. O crime ocorreu em julho de 2025, dentro de um estabelecimento comercial em Parnamirim, Rio Grande do Norte.
A prisão foi realizada pela Polícia Civil da Paraíba (PCPB), por meio das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher da Zona Sul e da Zona Norte de João Pessoa (DEAM Sul/DEAM Norte), em ação conjunta com a Polícia Civil do Rio Grande do Norte. A operação, batizada de Operação Irmandade, resultou no cumprimento de um mandado de prisão preventiva contra o suspeito.
O caso aconteceu em um supermercado na cidade de Parnamirim, região metropolitana de Natal, no Rio Grande do Norte. Segundo as investigações, o idoso teria praticado o crime contra a criança de sete anos no interior do estabelecimento. Após o registro do caso, as autoridades do Rio Grande do Norte iniciaram as diligências para identificar e localizar o suspeito, culminando na expedição do mandado de prisão preventiva.
A colaboração entre as polícias civis da Paraíba e do Rio Grande do Norte foi essencial para o sucesso da operação. As DEAMs de João Pessoa realizaram a prisão do idoso em território paraibano, reforçando o compromisso com o combate a crimes contra vulneráveis.
A Operação Irmandade destaca a integração entre as forças policiais de estados vizinhos no combate a crimes graves, como o estupro de vulnerável. A ação conjunta permitiu a rápida localização e prisão do suspeito, que agora está à disposição da Justiça para responder pelo crime.
O idoso permanece detido, e as investigações continuam para esclarecer todos os detalhes do caso. A Polícia Civil do Rio Grande do Norte, em conjunto com a PCPB, seguirá apurando se há outros crimes relacionados ao suspeito. O caso reforça a importância de denúncias e da atuação coordenada entre as forças de segurança para proteger vítimas vulneráveis e garantir a aplicação da lei.
As autoridades orientam que casos de violência contra crianças e adolescentes sejam denunciados imediatamente pelo Disque 100 ou diretamente às delegacias especializadas, garantindo o sigilo e a proteção das vítimas.